Sua obra pode estar pagando até 68% a mais de INSS do que a lei exige.
A gente regulariza o INSS da sua obra pelo caminho que a própria Receita prevê — e devolve pra você o dinheiro que estava deixando na mesa.
Os 68% são a redução média real de 236 obras dos nossos clientes. Base legal: IN RFB nº 2021/2021, de 15/04/2021. Atendimento 100% remoto.
Obra de 66 m² do cliente Marden
- Conta de INSS pela aferição cheia
- R$ 2.388
- Conta depois da regularização
- R$ 670
Mesmo imóvel, mesma metragem. Só mudou o caminho do cálculo.
Toda obra tem INSS. O problema não é pagar — é pagar mais do que a lei exige.
Quando a obra acaba, a conta chega. E o jeito que quase todo mundo usa — aceitar a aferição indireta cheia da Receita — cobra o teto que a lei permite.
Não é erro seu. É que ninguém mostra que a própria IN 2021/2021 prevê um caminho legal pra pagar menos. Você paga o valor máximo sem saber que tinha escolha.
E o pior não é só o dinheiro: sem o INSS da obra resolvido, a CND não sai — e sem CND você não vende, não financia, não transfere.
O que fica resolvido pra você.
- Abertura do CNOCadastro Nacional de Obras
- Abertura do SCPOSistema de Comunicação Prévia de Obras (MTE)
- Resolução de qualquer problema relacionado ao INSS da obra
- O caminho legal de redução, aplicado à sua obra
Quem pode executar o trabalho
Qualquer um com o conhecimento certo faz — independente de formação. A mão de obra pode ter qualquer vínculo: carteira assinada, MEI ou avulso. O que importa é saber as regras. Isso é trabalho de quem domina a norma, não de quem tem um diploma específico.
E o seu contador?
Isso não substitui o seu contador — complementa. A parte de INSS de obra tem regras próprias que muita gente não acompanha no dia a dia. Trabalhamos junto, não no lugar.
Quem regularizou, economizou.
Os números abaixo não são estimativa de mercado: são a soma das contas de INSS de 236 obras dos nossos próprios clientes, antes e depois da regularização.
- Redução média≈ 68%na conta de INSS, medida nas obras dos nossos clientes.
- Obras regularizadas236contas de INSS de clientes reais, antes e depois da regularização.
- Em andamento96obras sendo acompanhadas pela nossa assessoria.
“A conta da minha obra caiu de R$ 2.388 para R$ 670.”Marden, obra de 66 m²
Quem está por trás disso.
Eu construí antes de assessorar. E todo INSS de obra que eu pagava doía — porque eu pagava o valor cheio sem saber que existia outro caminho.
Foi essa dor que me fez ir atrás. Encontrei na própria Receita Federal o normativo que permite reduzir, estudei e apliquei nas minhas obras. Funcionou. Os colegas começaram a pedir, e o que era dor virou serviço.
Trabalho com construção desde 2015 — reformas e residências, do baixo ao alto padrão. Em 2 anos de assessoria no Ceará, já regularizei 236 obras e economizei R$ 610 mil pros meus clientes. Já peguei obra com o boleto da aferição já emitido: cancelei o que o cliente tinha feito e apliquei o desconto que ele tinha direito.
Você fala direto com quem faz — não com uma central.
Veja o número antes de decidir qualquer coisa.
Nada de conversa genérica. Você digita os dados da sua obra e vê, na hora, quanto deixa de pagar. É o mesmo cálculo que aplicamos em obra real — adaptado à sua metragem e ao estado da obra.
- Você informa
- Nome, WhatsApp e a área da obra em m².
- Você recebe na hora
- Quanto deixa de pagar de INSS, já descontados os nossos honorários. O número que aparece é o que sobra no seu bolso.
Risco zero: descubra quanto você economiza antes de pagar qualquer coisa.
A simulação é gratuita. Você manda os dados da obra e vê, na hora, quanto deixa de pagar — sem compromisso, sem cadastro infinito.
E quando fecha, o risco continua do seu lado do zero:
O honorário é sempre uma fração do que você economiza. Você nunca paga mais do que deixa de pagar — isso está na conta, não na promessa.
Como funciona o pagamento
- Obra com acompanhamento
- Você paga mês a mês, a cada aferição, conforme o serviço acontece.
- Aferição total
- Parte na entrada e o restante na finalização.
Você paga pelo trabalho entregue, em parcelas que acompanham o próprio resultado.
Perguntas frequentes
É o cálculo que a Receita usa quando a empresa não comprova a mão de obra da obra. Ele parte do teto permitido pela lei — ou seja, cobra o máximo. O caminho previsto na IN 2021/2021 permite comprovar de outro jeito e reduzir essa base legalmente.
Não. O trabalho é documental e roda em paralelo à obra. A gente cuida do CNO, do SCPO e da comunicação com a Receita enquanto a construção segue.
Porque o número sai do mesmo cálculo oficial. Na simulação você já vê sua metragem aplicada à fórmula — e a base é a própria IN 2021/2021.
Sim. Atendemos do particular que faz uma casa à construtora que toca várias por ano, incluindo obras de interesse social. Cada tipo tem sua regra própria dentro da mesma norma.
O dinheiro que sua obra vai pagar a mais não volta. Mas ainda dá tempo de não pagar.
Você pode continuar pagando o valor cheio sem saber que tinha escolha — ou descobrir, em segundos, quanto deixa de pagar. A simulação é gratuita.